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Ednaldo Rodrigues abre mão da presidência da CBF e deixa caminho livre para novo comando no futebol brasileiro

Ednaldo Rodrigues abre mão da presidência da CBF e deixa caminho livre para novo comando no futebol brasileiro


Ednaldo Rodrigues decidiu abrir mão de retornar ao comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Afastado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), ele havia ingressado com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar anular a decisão, mas optou por retirar a ação nesta segunda-feira (19).


No novo documento encaminhado ao STF, seu advogado explicou que a desistência está motivada pelo “desejo sincero de restabelecer a tranquilidade no cenário do futebol nacional e, principalmente, proteger a harmonia de sua vida familiar, afetada por equívocos públicos, interpretações distorcidas e acusações infundadas e ofensivas”.

Ainda segundo o documento, Ednaldo informou que não participará das novas eleições convocadas pelo interventor e que não apoia nenhum dos concorrentes, desejando êxito à futura gestão do futebol brasileiro.

Com a retirada de Ednaldo, o caminho fica aberto para que Samir Xaud assuma a presidência da CBF. Atual presidente da Federação Roraimense de Futebol (FRF), Xaud será o único candidato na eleição marcada para o próximo domingo (25), sob organização do interventor Fernando Sarney.

Xaud conta com o respaldo de 25 das 27 federações estaduais, além de apoio de 10 clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro. Já Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), tem o apoio de 30 clubes, mas não conseguiu registrar sua candidatura por não ter o número mínimo de federações estaduais exigido — ao menos oito.

Ednaldo foi removido do cargo no último dia 15, por decisão do desembargador Gabriel de Oliveira Zéfiro, do TJ-RJ. A medida teve como base uma possível falsificação da assinatura do então presidente interino Coronel Nunes no acordo de janeiro de 2022, que possibilitou a eleição de Ednaldo. Após o afastamento, ele recorreu ao ministro Gilmar Mendes, do STF, buscando reverter a decisão, mas teve o pedido negado. Gilmar já havia devolvido o cargo a Ednaldo em janeiro de 2024, após decisão anterior do TJ-RJ.

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